Defesa do Património

Comunicado GEPPAV: Ainda sem solução o problema das minas de Covas

Rio Coura

O Grupo de Estudo e Preservação do Património Vilarmourense (GEPPAV) denunciou publicamente no passado dia 25 de abril mais um atentado ambiental no Rio Coura quando as suas águas surgiram opacas, com uma fortíssima coloração amarelada. Preocupado com a defesa do património natural do vale do Coura e a salvaguarda da saúde pública — existe uma captação de água para consumo público na Cavada, em Vilar de Mouros, que continua em atividade em regime de alternância — deu conhecimento às entidades competentes, exigindo o apuramento de responsabilidades e a resolução de um problema que se configura grave. Nesse mesmo dia estiveram no local elementos da Polícia Marítima e da GNR, tendo sido feita recolha de amostras de água para análise.

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Comunicado GEPPAV: Não houve 25 de Abril para os peixes do Rio Coura

Rio Coura

Os vilarmourenses que madrugaram este dia 25 de Abril, depararam com um estranho e desagradável espectáculo quando olharam para o Rio Coura e constataram que as suas águas estavam tingidas de um amarelo forte e opaco. Alertados de imediato, estiveram em Vilar de Mouros agentes da GNR e da Polícia Marítima que tomaram conta da ocorrência e recolheram amostras da água para análise.

Em pleno feriado e com uma temperatura agradável, estavam no largo do Casal e nas Azenhas diversos grupos de visitantes que, surpreendidos com o aspecto poluído do rio, provavelmente tão cedo não regressarão à freguesia. Para além das consequências na riqueza biológica e piscícola do Coura, convém também não esquecer que aqui é captada a água consumida em grande parte do concelho de Caminha.

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Proposta a classificação patrimonial das oficinas de ferreiros de Vilar de Mouros

GEPPAV na DRCN
Cumprindo um dos propósitos que levaram à sua criação, a preservação da história da freguesia de Vilar de Mouros e da memória dos seus habitantes, o GEPPAV deu ontem entrada na Direção Regional de Cultura do Norte, na Casa de Ramalde, no Porto, da proposta de classificação patrimonial das oficinas de ferreiros Fontes e Torres. Para o efeito, fomos recebidos pelos Dr.Miguel Rodrigues e Drª.Sónia Gomes, técnicos superiores da DRCN, a quem fizemos entrega de um dossiê composto pelo requerimento inicial do procedimento de classificação, de acordo com os procedimentos de classificação de imóveis (Dec-Lei.309/09), acompanhado de duas publicações resultado da investigação sobre o tema — Ferreiros e Serralheiros de Vilar de Mouros (2008) e José Porto (1883-1965).Desvendando o arquitecto de Vilar de Mouros (2003), bem como por um CD-R com imagens das duas oficinas.

Alerta para as pesqueiras e a calçada

pesqueirasNo passado dia 17, elementos do GEPPAV deslocaram-se à Junta de Freguesia de Vilar de Mouros no sentido de alertarem o seu executivo para a situação precária em que se encontram duas estruturas patrimoniais da freguesia ligadas ao rio Coura. Uma delas são as pesqueiras a montante da ponte medieval que, apesar de particulares, são um testemunho vivo da economia local em tempos ainda relativamente próximos. Após os últimos invernos, as suas pedras (particularmente uma) encontram-se deslocadas e em risco de serem arrastadas para o fundo do rio. A jusante da ponte, por sua vez, situa-se a calçada das Telheiras, um caminho com séculos de uso que, depois de muito maltratado nos últimos anos (sobretudo pelos trabalhos da empresa Águas do Minho e Lima), está no presente em sério perigo de ruir por completo. Ambas as estruturas têm um valor insubstituível no contexto patrimonial de Vilar de Mouros e são um importante fator de atratividade turística, pelo que a sua eventual ruína significaria uma perda irreparável para a freguesia. Esperemos pois que este apelo do GEPPAV tenha sido ouvido e que a Junta de Freguesia envide todos os esforços junto das entidades competentes para impedirem que o próximo inverno complete a incúria dos homens em preservar a memória e a sua história.
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Alerta sobre as obras das AML, Setembro 2005

10bb - AML obras nas Azenhas, 25-10-05
Não descurando a atenção relativamente à defesa do património natural da freguesia, o GEPPAV fez em Setembro de 2005 um público alerta sobre as obras que a empresa Águas do Minho e Lima estavam a levar a cabo na zona das Azenhas. Conjugando esforços com a Junta de Freguesia, foi possível desde então minimizar alguns (não todos infelizmente) dos impactos negativos de uma obra pública que se veio a revelar mal planeada e pior executada e que, por incrível que pareça, ainda não está terminada neste início de 2010!
 

Defesa do património de Vilar de Mouros em visita, Maio 2006

16c - Maio 06 Calcada malEm mais uma etapa da defesa e preservação do património da freguesia, a visita do arqueólogo Cláudio Torres em Maio de 2006 foi aproveitada pelo GEPPAV para denunciar o mau estado de conservação de dois sítios patrimoniais da maior importância, a ponte medieval e a "calçada das telheiras", esta última semi-destruída pela passagem de veículos de apoio às eternas obras das Águas de Minho e Lima (na imagem).
 
 
 
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