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Atividade do GEPPAV

Comunicado GEPPAV: Ainda sem solução o problema das minas de Covas

Rio Coura

O Grupo de Estudo e Preservação do Património Vilarmourense (GEPPAV) denunciou publicamente no passado dia 25 de abril mais um atentado ambiental no Rio Coura quando as suas águas surgiram opacas, com uma fortíssima coloração amarelada. Preocupado com a defesa do património natural do vale do Coura e a salvaguarda da saúde pública — existe uma captação de água para consumo público na Cavada, em Vilar de Mouros, que continua em atividade em regime de alternância — deu conhecimento às entidades competentes, exigindo o apuramento de responsabilidades e a resolução de um problema que se configura grave. Nesse mesmo dia estiveram no local elementos da Polícia Marítima e da GNR, tendo sido feita recolha de amostras de água para análise.

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Comunicado GEPPAV: Não houve 25 de Abril para os peixes do Rio Coura

Rio Coura

Os vilarmourenses que madrugaram este dia 25 de Abril, depararam com um estranho e desagradável espectáculo quando olharam para o Rio Coura e constataram que as suas águas estavam tingidas de um amarelo forte e opaco. Alertados de imediato, estiveram em Vilar de Mouros agentes da GNR e da Polícia Marítima que tomaram conta da ocorrência e recolheram amostras da água para análise.

Em pleno feriado e com uma temperatura agradável, estavam no largo do Casal e nas Azenhas diversos grupos de visitantes que, surpreendidos com o aspecto poluído do rio, provavelmente tão cedo não regressarão à freguesia. Para além das consequências na riqueza biológica e piscícola do Coura, convém também não esquecer que aqui é captada a água consumida em grande parte do concelho de Caminha.

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Obituário de João Violante – Sentida homenagem do GEPPAV

Faleceu a 27 de Novembro de 2012, no lugar da Cavada, freguesia de Vilar de Mouros, na casa onde vivia com sua esposa, Maria Eduarda Covelo, João Sebastião Gonçalves, mais conhecido por Violante, nome familiar do lado paterno, aos 85 anos de idade. Já bastante debilitado pelos múltiplos problemas de saúde de que padecia, continuou, mesmo assim e até ao último dia, a fazer uma vida o mais próximo possível da normalidade. Homem de caráter forte, as palavras desistência, ou rendição, não faziam parte do seu vocabulário. No dia anterior à sua morte ainda se deslocou, sozinho, no automóvel próprio, como sempre fazia, ao bar das azenhas, refúgio preferido dos seus momentos de meditação, melancolia, mas também de lazer e de convívio.

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